Em Portugal quem publica mais partituras deve ser Manuel Pereira Resende.
Depois temos uma série de instituições ligadas ao estado, tipo: Dgartes, CIMP, Câmara de Cascais, Cesem, Coros etc. que se dedicam vagamente a partituras normalmente bastante heterogéneas, quer dizer, tanto são completamente disparatadas como podem ter algumas bem feitas.
Sobram a editora AvA, e a Notação XXI.
São aquelas a quem o estado não gosta de dar trabalho nem quer apoiar. Porque será?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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